Amigo vai nessa que tu estás é fodido.
Já cantava Gabriel, o Pensador.
Mário Machado, inquestionavelmente o mais evidente preso político desde o final da ditadura (?) do Estado Novo, já não pode juntar os amigos para fazer uma festa.
Parece que o dito cujo convidou uma data de "comparsas ideológicos" mas, por serem adeptos de certa ideologia, estão já a ser (novamente) perseguidos e sob vigilância, numa clara sabotagem e violação de um princípio universal de qualquer sociedade civilizada e democrata que é a liberdade de expressão!
Porque é que eu vejo estas preocupações em relação à extrema-esquerda? Por acaso alguém soube destas preocupações quando foi a festa do Avante? Alguém se rala com os acampamentos hippies no Festival do Sudoeste? Alguma entidade de segurança fiscaliza as agregações de jovens radicais anti-semitas, pró-terrorismo, anti-capitalismo, anti-América, pró-sociais-fascistas?
NÃO!
Então porque raio continuam os skinheads a serem perseguidos? Porque raio, se são eles próprios perseguidos, não podem eles perseguir quem bem quiserem? Que democracia é esta? É só para quem convém?
Há que arrancar do solo as ervas daninhas que podem ameaçar o desenvolvimento das novas sementes da esperança que a cada dia, a cada injustiça, a cada incoerência, a cada falta de integridade e carácter, são jogadas à terra.
LIBERDADE DE EXPRESSÃO EM PORTUGAL JÁ!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
A Insustentável Leveza de se ser Familiar
É certo e sabido que, em Portugal, é lugar-comum os melhores postos de trabalho de qualquer ramo laboral nacional estarem ocupados por "familiares". Trata-se de um equilíbrio instituído desde há muito no nosso território, para ser mais preciso, desde que o país foi fundado, isto porque o nosso primeiro rei só se tornou rei porque o pai era dono cá do sítio... já para não falar que o pai só era dono do sítio porque o sogro era o anterior dono aqui do quintal. Ora, com o passar dos anos, esta metodologia de distribuição dos postos "administrativos" de qualquer instituição nacional enraízou-se profundamente, tornando-se tradição vigente no nosso país.
Recentemente, veio a público graças a alguns intrépidos e, quiçá, demasiado ousados jornalistas, o facto de que um tio duma nossa figura pública, por sinal daquelas que está num bom "poiso" para mandar e comandar, se aviou à grande com um certo empreendimento que se fez ali para os lados de Alcochete. Agora, veio o referido senhor dizer que afinal não foi ele mas sim o filho que participou num evento "infeliz". Ou seja, o primo do comandante. Eu gostava de ver a vida que estes dois lordes familiares do outro lorde que tem peneiras ditatoriais e complexos anti-Salazar, tal como todos os outros esquizofrénicos de esquerda, levam.
Mas só mesmo por curiosidade.
É que gosto que todos sejamos bem sucedidos e, como eu não tenho sido, isto porque tenho propinas para pagar, a mesada que os meus pais me dão chega para a renda do quarto, para a comida suficiente para nunca passar fome e pouco mais, dar-me-ia algum alento ver que, por ter família, ainda posso sonhar ser alguém no meu país. Tenho fé nos meus irmãos e nos meus primos. É que a geração dos meus pais e tios é a geração que fez a bonita merda que este país é hoje com os seus romances utópicos de esquerda, em que se demonizavam ditadores como Hitler, Mussolini, Salazar e Pinochet mas se veneram Guevara, Estaline, Brezhnev, Cunhal, Castro e outros monstros que tais. É a geração dos que estão no poder. E, desses, não há mais nada a esperar a não ser o pior.
P.S.: Ultimamente, tenho visto mais polícia na zona de Telheiras. Deve ser porque o filho do comandante ficou sem o iPhone (com 13 anos ena!) nessa zona lisboeta. Mas, há uns dias, um amigo meu teve um acidente na mesma zona, ficou com uma mão a sangrar e a única sentença a que tivemos direito da polícia foi "Tirem daqui o carro que isto é uma paragem de autocarro".
O meu amigo é apenas branco "mulato"...Se fosse outra coisa provavelmente até o levavam ao hospital e lhe lavavam o cú com água de rosas.
Mais uma semente ao solo... algo me diz que, com esta plantação, o final da tempestade vai ser só o início...porque quando chegar a colheita...
Recentemente, veio a público graças a alguns intrépidos e, quiçá, demasiado ousados jornalistas, o facto de que um tio duma nossa figura pública, por sinal daquelas que está num bom "poiso" para mandar e comandar, se aviou à grande com um certo empreendimento que se fez ali para os lados de Alcochete. Agora, veio o referido senhor dizer que afinal não foi ele mas sim o filho que participou num evento "infeliz". Ou seja, o primo do comandante. Eu gostava de ver a vida que estes dois lordes familiares do outro lorde que tem peneiras ditatoriais e complexos anti-Salazar, tal como todos os outros esquizofrénicos de esquerda, levam.
Mas só mesmo por curiosidade.
É que gosto que todos sejamos bem sucedidos e, como eu não tenho sido, isto porque tenho propinas para pagar, a mesada que os meus pais me dão chega para a renda do quarto, para a comida suficiente para nunca passar fome e pouco mais, dar-me-ia algum alento ver que, por ter família, ainda posso sonhar ser alguém no meu país. Tenho fé nos meus irmãos e nos meus primos. É que a geração dos meus pais e tios é a geração que fez a bonita merda que este país é hoje com os seus romances utópicos de esquerda, em que se demonizavam ditadores como Hitler, Mussolini, Salazar e Pinochet mas se veneram Guevara, Estaline, Brezhnev, Cunhal, Castro e outros monstros que tais. É a geração dos que estão no poder. E, desses, não há mais nada a esperar a não ser o pior.
P.S.: Ultimamente, tenho visto mais polícia na zona de Telheiras. Deve ser porque o filho do comandante ficou sem o iPhone (com 13 anos ena!) nessa zona lisboeta. Mas, há uns dias, um amigo meu teve um acidente na mesma zona, ficou com uma mão a sangrar e a única sentença a que tivemos direito da polícia foi "Tirem daqui o carro que isto é uma paragem de autocarro".
O meu amigo é apenas branco "mulato"...Se fosse outra coisa provavelmente até o levavam ao hospital e lhe lavavam o cú com água de rosas.
Mais uma semente ao solo... algo me diz que, com esta plantação, o final da tempestade vai ser só o início...porque quando chegar a colheita...
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
The times they are a-changin'
4 de Novembro de 2008. Mais que uma data histórica para mim e para o meu amor de sempre, uma data histórica para o mundo.
Foi, neste dia, eleito para Presidente do melhor país do mundo e maior potência mundial, o mais promissor político desde há muito - Barack Hussein Obama. Os tempos que se vivem são de uma esperança semelhante à que se viveu há cerca de 50 anos quando, para o mesmo cargo, foi eleito o malogrado John Fitzgerald Kennedy. Os tempos estão a mudar...Tempos mais propícios ao desabrochar das sementes.
Foi, neste dia, eleito para Presidente do melhor país do mundo e maior potência mundial, o mais promissor político desde há muito - Barack Hussein Obama. Os tempos que se vivem são de uma esperança semelhante à que se viveu há cerca de 50 anos quando, para o mesmo cargo, foi eleito o malogrado John Fitzgerald Kennedy. Os tempos estão a mudar...Tempos mais propícios ao desabrochar das sementes.
Sementologia:
World Wide Suicide
domingo, 19 de outubro de 2008
3 meses para decidirem se prendiam os Snipers...
Cada dia que este país passa governado por esta canalha que se auto-presume o apogeu da civilização é mais um dia perdido e em que o mesmo caminha em direcção ao abismo. Ainda hesitei entre "abismo" e "ponto de não retorno" mas, se acreditasse mesmo que fosse possível existir um "ponto de não retorno" nunca teria criado este blog.
Parece que a brava e heróica actuação do GOE que foi, claramente, apoiada e elogiada pela maioria da população lusitana não convenceu o Ministério Público. Ministério esse que, atente-se, é suposto defender o povo que representa. Acontece que, passados cerca de 3 meses, o Ministério Público, sabe-se agora, andou todo este tempo não a preparar a acusação que vai imputar ao famigerado otário que sobreviveu (neste caso, o sniper até teve demasiada boa pontaria), mas sim a considerar a hipótese de levar a Tribunal quem actuou em defesa dos interesses da nação e em defesa do povo honesto e trabalhador que cumpre as leis! Além de ser uma afronta e uma tentativa de desautorização gravíssimas às nossas forças de segurança é, também, uma tentativa de averiguar se seria possível pedir perdão a criminosos que, não obstante terem desrespeitado de forma grosseira regras elementares ao bom funcionamento da sociedade, ainda colocaram, de forma ainda mais grave, a vida de outrém em perigo.
Que esperar deste MP? Que esperar de certos elementos da PJ (foi a partir da PJ que surgiu a proposta de se investigar a conduta do GOE, grupo pertencente à PSP)?
Este país merece mesmo estes governantes? Este país merece mesmo estas chefias das forças de segurança? Este país merece mesmo estes tribunais e Ministérios que deveriam actuar com vista a defender esse valor nobre e magnânimo que é a Justiça e não o fazem? Ao invés, o seu trabalho consiste em sabotar, ou pelo menos tentar sabotar, a actividade de quem ainda tenta fazer este país crescer social, cultural e economicamente!
Como se o Mundo não fosse um terreno especialmente fértil...lá vai mais uma semente que irá originar futura colheita...e como diz o ditado desde há muito, «Quem semeia ventos...».
Para bom entendedor, meia palavra basta.
Parece que a brava e heróica actuação do GOE que foi, claramente, apoiada e elogiada pela maioria da população lusitana não convenceu o Ministério Público. Ministério esse que, atente-se, é suposto defender o povo que representa. Acontece que, passados cerca de 3 meses, o Ministério Público, sabe-se agora, andou todo este tempo não a preparar a acusação que vai imputar ao famigerado otário que sobreviveu (neste caso, o sniper até teve demasiada boa pontaria), mas sim a considerar a hipótese de levar a Tribunal quem actuou em defesa dos interesses da nação e em defesa do povo honesto e trabalhador que cumpre as leis! Além de ser uma afronta e uma tentativa de desautorização gravíssimas às nossas forças de segurança é, também, uma tentativa de averiguar se seria possível pedir perdão a criminosos que, não obstante terem desrespeitado de forma grosseira regras elementares ao bom funcionamento da sociedade, ainda colocaram, de forma ainda mais grave, a vida de outrém em perigo.
Que esperar deste MP? Que esperar de certos elementos da PJ (foi a partir da PJ que surgiu a proposta de se investigar a conduta do GOE, grupo pertencente à PSP)?
Este país merece mesmo estes governantes? Este país merece mesmo estas chefias das forças de segurança? Este país merece mesmo estes tribunais e Ministérios que deveriam actuar com vista a defender esse valor nobre e magnânimo que é a Justiça e não o fazem? Ao invés, o seu trabalho consiste em sabotar, ou pelo menos tentar sabotar, a actividade de quem ainda tenta fazer este país crescer social, cultural e economicamente!
Como se o Mundo não fosse um terreno especialmente fértil...lá vai mais uma semente que irá originar futura colheita...e como diz o ditado desde há muito, «Quem semeia ventos...».
Para bom entendedor, meia palavra basta.
Sementologia:
Bizarrices Lusas
sábado, 18 de outubro de 2008
Ministro da Economia gasta 1 milhão de euros do erário público em 6 fotos
Hoje, ao conectar-me à internet para saber das últimas do país e do mundo, deparei-me com mais uma pérola em que, infelizmente, o meu país já é pródigo. Devo penitenciar-me pela maneira como terminei a minha frase anterior. Não é o meu país que é pródigo em determinadas acções. A culpa é sim de quem governa pois são eles que agem sem dar cavaco. Mas, agora que aprofundo ainda mais o meu pensamento em relação a esta temática, vejo-me a constatar que, efectivamente, a culpa é do meu país. Foi o meu país que designou para o Poder os nossos actuais (des)governantes.
Que país é este que é constantemente boicotado pelos que o comandam? Que país é este que tem um povo que só sabe choramingar e bater com a cabeça pelas paredes e andar pelos cantos em vez de se unir e agir? Que país é este que tem de andar sempre na cauda do pelotão e que, quando tenta ultrapassar outros - geralmente através de maneiras pouco ortodoxas e selvagens -, acaba perdendo mais tempo para os que seguem na frente porque derrapa sempre?
Quem diria que este país de que vos falo já "mandou" em metade do Mundo.
Quem diria que, nessa altura, foi quando o Mundo experimentou a maior revolução em termos de pensamento, mentalidade, cultura e experiência de vida (época conhecida como "Renascimento") em que a maior parte dos povos se libertaram desse estertor opressor que era a Igreja e a Inquisição.
Quem diria que, esse mesmo país, iria ficar subjugado ao poder de uns quantos bandalhos amigos do compadrio, do secretismo, da mentira, da traição que, apesar dos nobres propósitos que levaram à sua origem, actualmente só se interessam em salvar-se a eles próprios, renegando o povo que tanto apoio lhes deu, que tanto sangue por eles derramou, e tanto suor por eles (e pelos seus ideais) escorreu.
Um povo traído, um povo oprimido, um povo entristecido, um povo adormecido.
Um povo enfraquecido.
Mas nunca um povo vencido.
Isto tudo a propósito da acção disparatada (mais uma) do nosso Governo. O Ministro da Economia cada vez mais demonstra ser fraco, incoerente, e detentor dum sentido de humor muito pouco engraçado. O pior é que o dito cujo nem é engraçado nem tem graça.
Então não é que o indivíduo, que é mais um dos que exige sacrifícios regular e incessantemente aos portugueses, que insinua que os portugueses deveriam ganhar "tanto" como os chineses (quiçá trabalhando o mesmo), vem agora gastar 1 milhão de euros (pagos pelos que deveriam, na óptica dele, ser "melhor" pagos) num contrato de 6 fotos do país de forma a servirem de promoção ao mesmo?
Isto é serviço público? Isto é serviço de jeito? Isto é serviço de gozo? Isto é o quê?
Isto é um bonito serviço é o que é.
Eis que começa a chover a potes lá fora.
Não sei se é da minha mais que tudo ter saído há pouco e de o clima reflectir as lágrimas que sinto cá dentro aliadas à saudade que cresce exponencialmente ou, se será da tristeza que se sente até nas nuvens, de ver um país outrora grandioso a ser liquidado desta maneira dia após dia.
Ainda assim, não consigo sentir pena de um país que não se revolta. Que não se alia. Que prefere continuar a apostar em mais do mesmo mas à espera não se sabe bem do quê.
Logo...
As gotas de chuva são símbolo das saudades enormes que já sinto do meu amor.
Só.
E apenas isso.
Mais uma semente... e desta vez com água.
"Não julgo as pessoas pelos seus enganos...Mas peço que paguem por eles." - John Hammond (Sir Richard Attenborough) in Jurassic Park - 1993
Que país é este que é constantemente boicotado pelos que o comandam? Que país é este que tem um povo que só sabe choramingar e bater com a cabeça pelas paredes e andar pelos cantos em vez de se unir e agir? Que país é este que tem de andar sempre na cauda do pelotão e que, quando tenta ultrapassar outros - geralmente através de maneiras pouco ortodoxas e selvagens -, acaba perdendo mais tempo para os que seguem na frente porque derrapa sempre?
Quem diria que este país de que vos falo já "mandou" em metade do Mundo.
Quem diria que, nessa altura, foi quando o Mundo experimentou a maior revolução em termos de pensamento, mentalidade, cultura e experiência de vida (época conhecida como "Renascimento") em que a maior parte dos povos se libertaram desse estertor opressor que era a Igreja e a Inquisição.
Quem diria que, esse mesmo país, iria ficar subjugado ao poder de uns quantos bandalhos amigos do compadrio, do secretismo, da mentira, da traição que, apesar dos nobres propósitos que levaram à sua origem, actualmente só se interessam em salvar-se a eles próprios, renegando o povo que tanto apoio lhes deu, que tanto sangue por eles derramou, e tanto suor por eles (e pelos seus ideais) escorreu.
Um povo traído, um povo oprimido, um povo entristecido, um povo adormecido.
Um povo enfraquecido.
Mas nunca um povo vencido.
Isto tudo a propósito da acção disparatada (mais uma) do nosso Governo. O Ministro da Economia cada vez mais demonstra ser fraco, incoerente, e detentor dum sentido de humor muito pouco engraçado. O pior é que o dito cujo nem é engraçado nem tem graça.
Então não é que o indivíduo, que é mais um dos que exige sacrifícios regular e incessantemente aos portugueses, que insinua que os portugueses deveriam ganhar "tanto" como os chineses (quiçá trabalhando o mesmo), vem agora gastar 1 milhão de euros (pagos pelos que deveriam, na óptica dele, ser "melhor" pagos) num contrato de 6 fotos do país de forma a servirem de promoção ao mesmo?
Isto é serviço público? Isto é serviço de jeito? Isto é serviço de gozo? Isto é o quê?
Isto é um bonito serviço é o que é.
Eis que começa a chover a potes lá fora.
Não sei se é da minha mais que tudo ter saído há pouco e de o clima reflectir as lágrimas que sinto cá dentro aliadas à saudade que cresce exponencialmente ou, se será da tristeza que se sente até nas nuvens, de ver um país outrora grandioso a ser liquidado desta maneira dia após dia.
Ainda assim, não consigo sentir pena de um país que não se revolta. Que não se alia. Que prefere continuar a apostar em mais do mesmo mas à espera não se sabe bem do quê.
Logo...
As gotas de chuva são símbolo das saudades enormes que já sinto do meu amor.
Só.
E apenas isso.
Mais uma semente... e desta vez com água.
"Não julgo as pessoas pelos seus enganos...Mas peço que paguem por eles." - John Hammond (Sir Richard Attenborough) in Jurassic Park - 1993
Sementologia:
Feitos da política portuguesa
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Reformas dos políticos ascendem aos 8,3 milhões de Euros
Indignação é uma palavra que define um estado de espírito de revolta contra algo que nos deixa atónitos e escandalizados. Sinónimos de indignação, para o bem e para o mal, há muitos na nossa língua. Para o bem, porque significa que não nos deixamos cegar pela apatia generalizada e pelas conivências e subserviências que esta vida recheada de "democracias" nos impõem diariamente no nosso quotidiano. Para o mal, porque simbolizam a constante e variada gama de acontecimentos, ocorrências, que nos surgem no caminho e contra as quais não conseguimos arranjar maneira de combater. Combater e impôr a nossa justiça, a nossa ética, os nossos valores, a nossa essência...o nosso eu.
Parecerá a minha visão das coisas uma espécie de visão "fascista" para alguns "iluminados de espírito" que se julgam o arauto da sabedoria, da decência, da liberdade, enfim... do bem. A minha visão é a de que a democracia é uma treta. Eleger alguém através de uma votação secreta surge-nos sempre como uma versão endeusada de imparcialidade e justiça, o que por si só constitui já um enorme paradoxo, porque nunca há justiça em algo que se decide secretamente e às escondidas de todos. Em algo tão importante e superior como a política não pode haver misturas entre trabalho e vida pessoal. Mas é isso mesmo com que nos deparamos, das mais variadas formas, todos os dias. Ele é compadrios, ele é lavagens de roupa suja que não interessam para nada nem fazem o país andar para a frente, ele é subserviências de ocasião, demagogias constantemente intensas e intensamente constantes, oposições ridículas de quem tem telhados de vidro, discussões de caracacá de miúdos que se zangaram no recreio. Nenhum deveria poder falar pois nenhum tem carácter, passado incólume ou, pelo menos, tomates para assumir bem alto as asneiras que já fez ao longo da vida e encarar as consequências disso de frente, como se a um touro fosse, qual forcado das lides tauromáquicas.
Vivemos num país controlado por uma organização secreta com centenas de anos de existência e ai daquele que ousar insurgir-se contra essa trupe de sábios, mecenas, autênticos estandartes da inteligência, criatividade e beleza máximas que o ser humano consegue comportar.
Eles são democratas, mas governam Portugal às escondidas.
Eles são dignos, honrados e correctos, mas são responsáveis por algumas das páginas mais negras da História do país.
Eles são justos e batem-se sempre pela Liberdade, mas compactuaram com ditaduras várias durante vários anos e, na medida do possível, ainda compactuam (vide Angola).
Eles são prodígios da capacidade de raciocínio, mas nunca souberam fazer deste país um país Maior.
Eles são homens de carácter, mas já mataram pelas costas.
Eles acreditam no valor e mérito individuais, mas só para aqueles que compartilharem os seus ideais.
Eles têm arqui-inimigos, os quais apelidaram ontem, hoje e sempre de "fascistas", mesmo que esses indivíduos demonstrem uma superior visão imparcial das coisas como meter no mesmo saco tanto Hitler como Estaline. Basta trazer à baila o nome de um dos ídolos sagrados deles e eis uma horde de orações difamatórias contra outrém, sempre apelidados de"fascistas", a serem atribuídas prontamente como resposta invencível e sem direito a contestação. Não interessa se a opinião em questão estava certa ou não. Não se pode mencionar os ídolos deles.
Não sou nenhum profeta, sabichão, manda-chuva, pseudo-intelectual com a mania de que é bom, nem tão pouco ambiciono ser. Sou apenas desprovido de parvoíce e demagogia, o que frequentemente me atormenta o juízo e a mente quando penso na maneira como estou inserido no Sistema. Ou melhor, de como o Sistema está inserido na minha vida.
Mas como eu, descansem, há muitos.
E eles já começam a aparecer.
Um pouquinho de revolta aqui, mais um pouco acolá.
Chegará o dia em que nos insurgiremos contra a pouca vergonha que reina em Portugal e começaremos a tornar este país um país melhor.
Chegará o dia em que, depois de novamente espezinhados, humilhados e agredidos levantaremos bem alto os nossos punhos na direcção da face daqueles que nos subestimam e os atacaremos de volta.
O facto das reformas dos nossos políticos já nos custarem 8,4 milhões de euros, saídos do nosso bolso pois claro, enquanto eles nos obrigam a "apertar o cinto, calar e comer" são apenas mais uma semente. Mais uma semente lançada no terreno fértil que é o terreno da consciência. Esta é a 1ª semente que vai despontar.
Mas, no fim de contas, é só mais uma...
Parecerá a minha visão das coisas uma espécie de visão "fascista" para alguns "iluminados de espírito" que se julgam o arauto da sabedoria, da decência, da liberdade, enfim... do bem. A minha visão é a de que a democracia é uma treta. Eleger alguém através de uma votação secreta surge-nos sempre como uma versão endeusada de imparcialidade e justiça, o que por si só constitui já um enorme paradoxo, porque nunca há justiça em algo que se decide secretamente e às escondidas de todos. Em algo tão importante e superior como a política não pode haver misturas entre trabalho e vida pessoal. Mas é isso mesmo com que nos deparamos, das mais variadas formas, todos os dias. Ele é compadrios, ele é lavagens de roupa suja que não interessam para nada nem fazem o país andar para a frente, ele é subserviências de ocasião, demagogias constantemente intensas e intensamente constantes, oposições ridículas de quem tem telhados de vidro, discussões de caracacá de miúdos que se zangaram no recreio. Nenhum deveria poder falar pois nenhum tem carácter, passado incólume ou, pelo menos, tomates para assumir bem alto as asneiras que já fez ao longo da vida e encarar as consequências disso de frente, como se a um touro fosse, qual forcado das lides tauromáquicas.
Vivemos num país controlado por uma organização secreta com centenas de anos de existência e ai daquele que ousar insurgir-se contra essa trupe de sábios, mecenas, autênticos estandartes da inteligência, criatividade e beleza máximas que o ser humano consegue comportar.
Eles são democratas, mas governam Portugal às escondidas.
Eles são dignos, honrados e correctos, mas são responsáveis por algumas das páginas mais negras da História do país.
Eles são justos e batem-se sempre pela Liberdade, mas compactuaram com ditaduras várias durante vários anos e, na medida do possível, ainda compactuam (vide Angola).
Eles são prodígios da capacidade de raciocínio, mas nunca souberam fazer deste país um país Maior.
Eles são homens de carácter, mas já mataram pelas costas.
Eles acreditam no valor e mérito individuais, mas só para aqueles que compartilharem os seus ideais.
Eles têm arqui-inimigos, os quais apelidaram ontem, hoje e sempre de "fascistas", mesmo que esses indivíduos demonstrem uma superior visão imparcial das coisas como meter no mesmo saco tanto Hitler como Estaline. Basta trazer à baila o nome de um dos ídolos sagrados deles e eis uma horde de orações difamatórias contra outrém, sempre apelidados de"fascistas", a serem atribuídas prontamente como resposta invencível e sem direito a contestação. Não interessa se a opinião em questão estava certa ou não. Não se pode mencionar os ídolos deles.
Não sou nenhum profeta, sabichão, manda-chuva, pseudo-intelectual com a mania de que é bom, nem tão pouco ambiciono ser. Sou apenas desprovido de parvoíce e demagogia, o que frequentemente me atormenta o juízo e a mente quando penso na maneira como estou inserido no Sistema. Ou melhor, de como o Sistema está inserido na minha vida.
Mas como eu, descansem, há muitos.
E eles já começam a aparecer.
Um pouquinho de revolta aqui, mais um pouco acolá.
Chegará o dia em que nos insurgiremos contra a pouca vergonha que reina em Portugal e começaremos a tornar este país um país melhor.
Chegará o dia em que, depois de novamente espezinhados, humilhados e agredidos levantaremos bem alto os nossos punhos na direcção da face daqueles que nos subestimam e os atacaremos de volta.
O facto das reformas dos nossos políticos já nos custarem 8,4 milhões de euros, saídos do nosso bolso pois claro, enquanto eles nos obrigam a "apertar o cinto, calar e comer" são apenas mais uma semente. Mais uma semente lançada no terreno fértil que é o terreno da consciência. Esta é a 1ª semente que vai despontar.
Mas, no fim de contas, é só mais uma...
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